terça-feira, 3 de novembro de 2015

Citação - Novembro

“Bran thought about it 'Can a man still be brave if he's afraid?' 'That's the only time a man can be brave' his father told him.”
 A Game of Thrones

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Opinião -> Uma Praça em Antuérpia

Título Original: Uma praça em Antuérpia
Autor: Luize Valente
Editora: Saída de Emergência
Sinopse: Há uma saga que ainda não foi contada sobre a Segunda Guerra Mundial: a história de duas irmãs portuguesas, Olívia e Clarice. Olívia casa-se com um português e vai para o Brasil. Clarice casa-se com um alemão judeu e vai morar em Antuérpia, na Bélgica. Ambas vivem felizes, com maridos e filhos, até que a guerra começa e a Bélgica é invadida.
Para escapar da sombra nazi que vai devorando a Europa, a família de Clarice conta com a ajuda de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul que salvou milhares de vidas emitindo vistos para Portugal, em 1940, enquanto atuou em Bordéus, França. A família recebe o visto mas, ao chegar à fronteira de Portugal, um destino trágico a espera... Destino que vai mudar e marcar a vida das irmãs para sempre, por causa de um segredo que só será revelado sessenta anos depois.

A minha opinião

Quando peguei neste livro confesso que o fiz apenas baseada na capa, que acho LINDA, e no título por soar a romance, que era mesmo o que eu estava a precisar - uma leitura ligeira. 

Eis que quando o abro, se inicia com uma citação de Aristides Sousa Mendes e o meu primeiro pensamento foi - Oh não, acabei de ler um livro brilhante cujo tema de fundo é a Segunda Guerra Mundial e agora vou  ler outro de seguida! Tem tudo para correr mal pois, inevitavelmente, vou estar sempre a fazer comparações e a fasquia está muito, muito elevada!

Deste modo iniciei a leitura com as expectativas baixas, com a certeza de que ia ler mais do mesmo, cliché atrás de cliché.
E não podia estar mais enganada!
Luize Valente sabe prender-nos como ninguém. Lança-nos uma "bomba" logo ao início do livro que, se não fosse a sua capacidade brilhante de captar o leitor, teria tudo para correr mal pois ficamos, desde logo, a saber qual será o desfecho da história.

O livro começa no dia 1 de Janeiro de 2000, no Rio de Janeiro, com Olívia, uma idosa de 80 anos que, ainda a sofrer com a perda recente do seu filho, decide contar à neta (também ela a sofrer com mais um aborto espontâneo) o seu maior segredo que guarda só para ela há 60 anos.
Spoilers, pensamos nós, MAS, apesar de a autora nos dar a saber logo à partida quem morre e quem sobrevive, o que é certo é que o enredo não poderia ser mais viciante e cativante.

Olívia leva-nos numa viagem ao passado, começando a contar a sua história de vida precisamente desde o início, isto é, desde a gravidez da sua mãe, em Guimarães no início do século XX, a qual faleceu após o seu nascimento e da sua irmã gémea, levando ao consequente afastamento do seu pai que, por tanto amar a mulher, as culpabiliza pela sua morte. Deste modo, acabam por ser criadas pela avó.

E assim se desenrola toda uma história de vida relativamente pacata, que se torna mais atribulada a partir do momento em que a sua avó morre levando-a a mudar-se para junto da irmã em Lisboa, onde se apaixona por Theodor à primeira vista, um judeu comunista fugido da Alemanha, e engravida dele. A força do destino (ou do regime político existente na altura) levou a que, sem marido e grávida, se refugiasse na Guarda. Até ao dia em que Theodor regressa para fugirem juntos para Antuérpia visto que, por ser comunista, tem de fugir de Portugal.

E é aqui que a maior parte da ação se desenrola. Após um curto período de grande felicidade, de repente têm de largar tudo o que construíram e fugir, sem nada, devido ao domínio crescente Nazista. O objetivo é conseguirem chegar a Portugal de onde podem partir para o Brasil onde o marido da sua irmã os espera, mas para tal têm de conseguir chegar a França primeiro para tratar da papelada necessária e ainda atravessar Espanha. E isto tudo grávida de 8 meses, com Bernardo de 3 anos nos braços e sempre debaixo de bombardeamentos, com ataques atrás de ataques que destroem tudo à sua passagem.

É esta azáfama que vivemos com os personagens como se nós mesmos lá estivéssemos, sempre com o coração nas mãos sabendo que a qualquer altura algo vai correr mal mas sem saber em que momento. A autora consegue-nos deixar sempre com a esperança de que vai haver um final feliz. Afinal, depois de tanta tormenta a bonança é mais do que merecida.  

E eu queria saber sempre mais, acompanhar Olívia (ou será Clarice?) nas suas aventuras e desventuras, lutar com ela, rir com ela e chorar com ela. E sofri com ela. Aquela angústia no peito devido a tantas injustiças e eu mera espectadora, sem poder fazer nada, é indescritível.

É portanto um livro impossível de largar pois nós estamos lá, estamos a viver aquele momento, todas as dores, todos os medos, todos os esforços inimagináveis, nós estamos a vivê-los. E foi assim que Luize Valente me deixou acordada noite fora, com apenas 3 horas dormidas, mas por um final que valeu por tudo!

Não conhecia a autora mas fiquei sua fã. Um livro escrito como ninguém, que nos prende do início ao fim e com um final... Que final! Aconselho vivamente!

5 estrelas gigantes para este livro!  

*****

All I Want For Christmas is... #1

Como já estamos em Novembro e já se vêm ruas e centros comerciais com decorações alusivas ao Natal, inicio também aqui uma rubrica natalícia acerca de prendinhas ideais e perfeitas para oferecerem no natal a mim um livrólico. 

Para começar, e tendo em conta a minha leitura atual, deixo aqui esta edição maravilhosa de A Song of Ice and Fire series, disponível na Amazon.


Esta edição deixa-me com mix feelings... se por um lado quero muito muito ter, por outro há aquele sentimento de que a saga ainda não está completa e não gosto de ter livros diferentes pertencentes à mesma coleção.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Citação - Outubro

“At some point, you just pull off the Band-Aid and it hurts, but then it's over and you're relieved.”
Looking for Alaska

TAG -> Certified Bookaholic

No início do mês passado a C. do blogue O meu reino da noite partilhou comigo esta Tag que foi criada por ela e pelos bloggers do Words à la Carte e As Cenas do Tio.

Demorei a responder, mas finalmente aqui vão as minhas respostas:
  1. O primeiro livro/colecção que te vem à cabeça
    Harry Potter (Always).

  2. Um livro que dizes a todos para não ler
    Eu não costumo dizer para não lerem porque gostos são gostos... Por exemplo detestei o Obsessão de Maya Banks, não faz de todo o meu estilo e ele tem cotação de 3.98 no GR, quando eu apenas dei 1 estrela.

  3. O livro mais caro e o livro mais barato que tens (oferecidos não contam)
    Não sei, porque  tenho livros tão antigos que não me recordo dos valores. Mas lembro-me por exemplo de Os Dragões do Assassino que comprei quando saiu e que foi à volta de 20€. Sendo que era o 10º e último livro, custou-me um pouco mas não conseguia esperar mais.
    Mais baratos... tenho uns quantos que foram 1€, como por exemplo Amor de Perdição.

  4. Conto de fadas favorito Não sei se os filmes da Disney podem ser incluídos nesta categoria ou não, mas o meu favorito é, de longe, A Bela e o Monstro. No entanto, se tiver de excluir a Disney, assim de repente lembro-me de um dos primeiros contos de Hans Christian Andersen, A Princesa e a Ervilha, do qual gostava bastante quando era miúda.

  5. Top 3 das tuas personagens favoritas (sejam principais ou não) São tantos! Jaenelle Angeline, Daemon Sadi e Lucivar Yaslana (Jóias Negras);
    Tyrion Lannister (ASOIAF); Fitz Cavalaria, Bobo e Olhos de Noite (Saga do Assassino); ...

  6. Top 3 das personagens que menos gostaste (sejam principais ou não)
    Dolores Umbridge (hate her); Daphne Bridgerton (por razões já referidas aqui); Joffrey Lannister;

  7. Top 3 de lugares que existem só em livros que gostarias de visitar
    Hogwarts (obviamente); e para não repetir Hogwarts pode ser Diagon Alley e também Hogsmead (não é batota, são 3 sítios diferentes).

  8. Uma personagem que trarias à vida real Dumbledore. É tão sábio que adorava passar umas tardes a conversar com ele.

  9. Um livro que te fez feliz
    Eleanor & Park, de tão fofinho que é e pela nostalgia que me fez sentir (ai os walkmans e o dilema das pilhas).

  10. Um livro que te fez chorar Aqui vai o último que me fez chorar, Perguntem a Sarah Gross que li recentemente. É um tanto ou quanto forte.

  11. Um livro que te fez pensar
    Admirável Mundo Novo. Tão antigo mas tão actual!

  12. Um livro que te fez rir
    Peripécias do Coração
    . Julia Quinn tem um sentido de humor fantástico.

  13. Pior adaptação cinematográfica de um livro
    Os do Harry Potter a partir do 3º livro. Perde-se imenso nos filmes

  14. Livro(s) que vais ter que reler
    Todos os do Harry Potter (once again); A Saga do Assassino e do Regresso do Assassino (Robin Hobb); A Saga das Jóias Negras (Anne Bishop); Perguntem a Sarah Gross; O Principezinho; ...

  15. Um livro que te vez voltar uma página atrás devido ao choque
    Harry Potter e a Ordem da Fénix... "Naquela" parte o choque foi tão grande que tive de voltar atrás e reler tudo.

  16. Um livro que aches que esteja incompleto Eleanor & Park. Aquele final... o livro tem que ter continuação, não pode ficar assim! E não me alongo mais pois já dei a minha opinião aqui.

  17. Um livro com um final inesperado
    Perguntem a Sarah Gross... Mas quando é que o livro se encaminhou naquela direcção? Não estava mesmo nada à espera!

  18. Um livro que terminou num cliffhanger
    Em Chamas (The Hunger Games - Livro II). Mal acabei tive de pegar de imediato no último volume porque aquele final... simplesmente não dava para esperar (e depois as expectativas foram gigantescas e desiludi-me bah).

  19. Um livro com um final de arrancar cabelos
    A Revolta (The Hunger Games - livro III). Ok é uma distopia mas... podia ter sido feito mais!

  20. Uma citação importante “Ah, Harry, how often this happens, even between the best of friends! Each of us believes that what he has to say is much more important than anything the other might have to contribute!” 
    Dumbedore - Harry Potter and the Half Blood Prince

  21. Uma música perfeita para ler
    Eu não oiço música enquanto leio. Nem costumo ter a tv ligada. Eu e o meu livro apenas, é uma relação perfeita. 
E são estas as minhas respostas. Se fizerem venham aqui deixar o link para eu poder espreitar as vossas respostas :D

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Just Breathe, Apenas Respira - Sílvia Rodrigues Pais -> Divulgação

Título Original: Just Breath - Apenas Respira
Autor: Sílvia Rodrigues Pais
Editora: Chiado Editora
Sinopse: Emily Miller, uma rapariga doce, deixa família e amigos em Los Angeles e vai estudar para a Universidade de Yale. Conhece Liam Price, o típico bad boy dos tempos modernos, que vira a sua vida do avesso, obrigando-a a enfrentar os seus medos e a desenterrar fantasmas do passado.
Nova cidade, novos amigos, novas aventuras e novos amores se avizinham. Esta é uma história de luta contra demónios, de conflitos interiores, de vinganças, vitórias e derrotas.Conseguirá Emily finalmente ser feliz?

Nada. Não sinto nada. Nem borboletas no estômago, nem arrepios, nada. Não senti nada tal como das outras vezes. Estou danificada. Não importa quantos rapazes eu beije, nunca vou sentir nada. Ele acabou comigo de vez. Ele tirou tudo de mim.” – Emily Miller
Sobre a autora: Sílvia Rodrigues Pais nasceu numa pequena cidade a norte de Portugal, Viana do Castelo. Teve uma infância normal, sem as loucas tecnologias, como qualquer outra criança da sua geração. Atualmente, mora no Reino Unido onde exerce enfermagem.
É enfermeira de profissão, e escritora por paixão. Descreve-se como uma sonhadora que possui um mundo à parte, uma realidade inventada, onde se refugia para sair da alienação do dia-a-dia.
Adora ler, adora cinema, adora escrever. As suas ideias são escritas sobre a forma de frases soltas que se encadeiam para dar lugar a um enredo.
É só uma rapariga normal com o sonho de levar a sua obra aos que a quiserem aceitar. 

Podem ainda ver mais sobre o trabalho da autora, assim como um excerto do livro aqui. Para quem gosta do género, este livro parece ser bastante bom.

Podem adquirir o livro em papel ou ebook aqui ou através da autora por mensagem privada na página

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Opinião -> Peripécias do Coração

Título Original: The Viscount Who Loved Me
Autor: Julia Quinn
Editora: Edições ASA
Sinopse: A sensata Kate Sheffield está decidida a encontrar para a sua meia-irmã Edwina um marido de reputação impecável. Mal ela sabe que o visconde Anthony Bridgerton já traçou um plano... que inclui a belíssima jovem! E ele não está habituado a ser contrariado... Embora Anthony seja o solteirão mais cobiçado da temporada, a sua reputação de mulherengo perturba Kate. Ela terá de agir rapidamente, pois Edwina vê com muito bons olhos os avanços do visconde. Mas Edwina fez uma promessa que não está disposta a quebrar: nunca casará sem a bênção de Kate. Cabe, pois, a Anthony convencer aquela que (espera) será a sua futura cunhada. Ele é um homem determinado e seguro de si... e não contava encontrar uma adversária à sua altura. Frente a frente, Kate e Anthony apercebem-se de que têm mais em comum do que imaginaram. Mas o que os une ameaça separá-los para sempre.
A minha opinião:
Depois de ter lido o primeiro livro desta série no mês passado, mal podia esperar para pegar no segundo. No início de Setembro, após ler o genial Admirável Mundo Novo,  queria uma leitura mais leve e lancei-me logo ao Peripécias do Coração.

O protagonista deste livro é Anthony, o irmão Bridgerton mais velho, que tão bem conhecemos no livro anterior (Crónica de Paixões e Caprichos), tendo-nos sido apresentado como sendo um solteirão libertino e um irmão mega protector e pilar da família (visto o pai ter falecido).

Aqui ele considera ter chegado a altura de se casar, afinal a sua morte aproxima-se (convicção que tem desde que perdeu o pai). Procura então a noiva ideal - bonita, atraente, inteligente q.b., mas que não o faça cair na tentação de se apaixonar. Eis que surge Edwina, a sensação da nova temporada londrina, e se depara como sendo a noiva perfeita. Porém Anthony não tem a vida muito facilitada uma vez que tem de obter não só a aceitação de Edwina, como também a aprovação da sua irmã mais velha Kate, a qual, para além de não ter papas na língua, não aprova de todo o libertino Anthony.
E é aqui que surgem umas quantas peripécias e reviravoltas. Nada de inesperado e surpreendente, é um facto, mas a escrita de Julia Quinn é simplesmente maravilhosa e prende-nos do princípio ao fim, fazendo-nos querer mais e mais. 
Mais uma vez saliento o seu recurso ao humor, que neste livro se encontra ainda mais acentuado. Adorei! Dei por mim a dar várias gargalhadas, o que não é muito frequente acontecer. O meu Homme Trivial já olhava para mim de lado e dizia "já nem vou perguntar mais nada".

Deixo-vos como exemplo esta passagem que conta a reacção dos irmãos de Anthony quando este lhes anuncia a sua intenção de se casar:
" Benedict Bridgerton, que se entregava a um hábito que a mãe detestava - equilibrar o cadeirão nas duas pernas de trás - caiu.
  Colin Bridgerton engasgou-se.
  Felizmente para Colin, Benedict recompôs-se a tempo de lhe dar uma sonora palmada nas costas e fazer com que uma azeitona verde voasse até ao outro lado da mesa.
  Quase acertava na orelha de Anthony."
Também não posso deixar de realçar, uma vez mais, o início de cada capítulo que é feito com um excerto do jornal da misteriosa Lady Whistledown. Estou ansiosa por saber quem ela é! 
O epílogo - 9 anos depois - começa com uma crónica de Lady Whistledown, levando a um discurso entre Kate e Anthony sobre quem ela será, velha enrugada ou nova? O que me deixou confusa, visto que sei que no 4º livro da série já se sabe quem ela é. No entanto não fui pesquisar após quantos anos esse livro se passa logo fica aqui esta nota apenas para quando lá chegar vir rever.

Deixo apenas uma nota negativa para o facto de a versão que li em ebook ter pequenas gralhas tais como 
"Miss Sheffield tapou a mão com a boca" (?!?). 
Ou estarem a referir-se a Eloise mas escreverem Edwina, algo que aconteceu pelo menos duas vezes e me deixou baralhada, fazendo-me reler a página anterior para perceber quem estava realmente a falar - ok, não sei se é erro de tradução ou se também aconteceu na versão original, não fui pesquisar.

Quanto ao novo acordo... Para mim não tem lógica tirarem o acento ao "pára". Numa frase deste género "Bem, para de olhar para ele" irrita-me profundamente. Irra.
Voltando ao enredo, Kate e Anthony formam um dos meus casais literários preferidos! E fiquei muito fã de Anthony após uma atitude tão cavalheiresca que teve num baile dado pela sua mãe - Bem feita Cressida. 
Curiosos? Têm de ler!

Deste modo, este livro leva 5 grandes estrelas. 
*****

sábado, 5 de setembro de 2015

Trivialidades Triviais #3

Fui visitar a mamã a casa dela e lembrei-me de ir espreitar a sua estante onde, por vezes, encontro umas pérolas que nem me lembrava que ela as tinha, e deparo-me com este livro.

Pego nele e coloco em cima da mesa junto com a minha atual leitura para o trazer comigo.

A minha mãe entra  na sala, olha para o livro, pega nele e, sem cerimónias,  começa a levá-lo com ela para o quarto enquanto diz:

-  Este livro é tão bonito! Empresta-me, vou começar a lê-lo hoje.

Eu: ?!?!? Mas esse livro é teu, acabei de o ir buscar à tua estante. 

Escusado será dizer que resultou numa gargalhada geral. E se no que concerne ao amor pela leitura tenho a quem sair, no que toca a ser despistada também.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Tag -> Taylor Swift - Book Tag

Fui nomeada pela Carla do blog Atmosfera dos Livros para responder a esta Tag. Apesar de não ser propriamente fã da Tylor Swift (e de também não perceber o porquê do nome da Tag), na verdade tem perguntas bastante interessantes e ainda me diverti a responder. 

Então, aqui vai:




1. We Are Never Getting Back Together – Um livro ou saga que iniciou bem, mas depois ficou ruim e você cortou relações. 

Comecei esta saga depois do último livro do  Harry Potter ter saído e, em modo de ressaca, andava à procura de uma série de fantasia que me prendesse igualmente. Gostei do primeiro livro (não adorei), lá decidi comprar o segundo para ver se a coisa animava mais um pouco, e andei nisto até ao quinto... no qual desisti (são 12 ao todo), coisa que raramente faço (sou uma persistente). Achei-os muito fraquinhos, tanto a escrita como a história, que é repleta de clichés. Dizem que os últimos são melhores... Mas sinceramente não tenho interesse em descobrir. 

2. Red - Um livro com uma capa vermelha.



Um livrinho obrigatório na estante de qualquer "Potterhólico". A minha edição já tem uns aninhos (ainda tem o preço em escudos) e a capa agora já não é vermelha.

3. The Best Day - Um livro que te faça sentir nostálgico.


Eu adorava V.C. Andrews quando era miúda, bem antes de descobrir HP. E lia e relia e adorava cada vez mais. E por isso sempre que olho para os livros dela não dá para evitar a nostalgia.
 
4. Love Story - Um livro que tenha um amor proibido.


Assim de repente lembrei-me deste. E dispensa apresentações certo?

5. I Knew You Were Trouble – Um livro que você não conseguiu evitar de se apaixonar pelo bad-boy/vilão.


Eu normalmente não gosto dos vilões. Mas não posso deixar de destacar o Snape, com o qual sempre tive uma relação de amor-ódio, até ao último livro, onde descobrimos a história que se esconde por detrás da máscara que tão a custo usa. Aqui percebemos o porquê de tudo e acho que é quase inevitável não passarmos a gostar dele.
 
6. Innocent – Escolha um livro que alguém te deu spoiler do final.

Pensei, pensei, pensei e não me ocorreu nenhum. Talvez se deva ao facto de eu não me importar muito com spoilers, são algo que, felizmente e surpreendentemente, não estraga a minha leitura.

7. Everything Has Changed - Escolha um livro com um personagem que cresceu bastante à medida que a história se desenvolveu.

Não consegui escolher apenas um livro mas destaco toda esta saga que é uma das minhas preferidas. Tenho a salientar o Bobo, acho que é notória a sua evolução, ajudando também o Fitz a evoluir.

8. You Belong With Me - Um livro que você está ansioso pelo lançamento.





 Este é o 7º livvro da série Bridgertons e na realidade ainda só li o 1º, mas estou ansiosa que saia pois ao menos sei que já os posso ler a todos sem ficar "pendurada". E é já em Setembro. E ainda fica a faltar 1.

9. Forever and Always – Seu casal literário favorito.


Este é dos casais mais fofinhos que já tive o prazer de ler. Não posso dizer que seja o meu preferido porque isso é uma escolha difícil, mas está no meu TOP sem dúvida.

10. Come Back, Be Here - Um livro que não emprestaria de jeito nenhum.

 Livro físico não tenho nenhum que me recusasse a emprestar, embora fique sempre com o coração apertado até mo devolverem. O que vale é que não conheço quase ninguém que goste de ler por isso não tenho muito com que me preocupar.
No entanto o que posso dizer que não emprestaria de jeito nenhum é o meu amado Kobo. Isso é que não!

11. Teardrops On My Guitar - Um livro que te fez chorar bastante


Eu nem choro muito com os livros, sou pior com os filmes, embora me contenha sempre ao ponto de só deixar as lágrimas virem aos olhos e não caírem.
Mas este livro foi um daqueles em que elas teimaram em aparecer no final.

12. Shake It Off - Um livro que você ama e não liga para a opinião dos outros sobre ele.




Qualquer livro que leio faço-o sem me importar com a opinião dos outros. Daí o meu tão aclamado amor pelo Harry Potter, que me estão constantemente a dizer que não é para a minha idade. Who cares?

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban tem um lugarzinho especial no meu coração pois foi o livro onde apareceu pela primeira vez o Sirius, personagem que eu adoro, embora para muita gente seja apenas mais um personagem.



E termina aqui a Tag, sintam-se à vontade para responder e avisem-me para ir ver as vossas respostas :)

domingo, 23 de agosto de 2015

Opinião -> Danças na Floresta

Título Original: Wildwood Dancing
Autor: Juliet Marillier
Editora:Bertrand Editora
Sinopse: Este livro da autora é inspirado no conto de fadas As Doze Princesas Bailarinas. É a história de cinco irmãs intrépidas, em luta com quatro criaturas sinistras, três misteriosos presentes mágicos, dois amantes proibidos e um sapo enfeitiçado. Há muitos mistérios na floresta. Jena e as suas irmãs partilham o maior de todos, um segredo fantástico que lhes permite escapar à vida diária nos campos da Transilvânia, e que mantiveram escondido durante nove anos. Quando o seu pai adoece e tem de abandonar o seu lar na floresta durante o Inverno, Jena e a sua irmã mais velha, Tati, ficam encarregues de cuidar da casa e das outras irmãs. O surgimento de uma misteriosa jovem de casaco preto faz nascer o amor numa das irmãs e, subitamente, Jena apercebe-se que tem de lutar para salvar aqueles que lhe são mais queridos. Acompanhada por Gogu, Jena tem de enfrentar grandes perigos para preservar não só as pessoas que ama, como também a sua própria independência e a da família.

A minha opinião

Tenho pouco a dizer sobre este livro...

Comprei-o na feira do livro de Lisboa deste ano, não pelo preço simpático em que o encontrei, mas sim por ser de uma escritora que prezo muito. Juliet Marillier faz parte de uma das minhas autoras favoritas, estando no meu TOP 5.

Talvez por já ter lido outros livros da autora, que considero muito bons, lancei-me a este com as expectativas altíssimas e sem ter reparado que é YA. Daí a minha desilusão quando o começo a ler e vejo que é muito mais simples e supérfluo do que aquilo a que a autora me (nos) habituou. O enredo é de tal modo previsível que ao fim do segundo capítulo já tinha deduzido o que iria acontecer para o final, o que me fez perder grande parte do interesse.

Apesar de ter sentido falta da complexidade e profundidade características da autora, no que requer à criação de um mundo mágico está uma vez mais de parabéns pois consegue fazê-lo como (quase) ninguém. 

Não posso ficar sem destacar Gogu, o sapo mágico mais fofo que já tive o prazer de encontrar numa história, fiquei rendia.

Assim, a minha classificação final é de 3.45 estrelas. É um pouco mais de 3 mas não tanto que chegue às 4.

***

Resultado Passatempo #1

Tenho finalmente o resultado do primeiro passatempo do blogue.

Decidi fazer uma surpresa a quem participou e assim em vez de um vencedor como era suposto inicialmente, são dois os vencedores. 

Após sorteio no Random.Org, eis que os vencedores são os seguintes:

- Ricardo Santos (Amadora)
- Filipa Monteiro (Porto Brandão)

Parabéns aos vencedores, irei enviar-vos um email. 

Quanto aos restantes fiquem por aí e estejam atentos pois já tenho outra surpresa a ser preparada. 

sábado, 15 de agosto de 2015

Citação - Agosto

“Ah, Harry, how often this happens, even between the best of friends! Each of us believes that what he has to say is much more important than anything the other might have to contribute!”
Dumbledore - Harry Potter and the Half-Blood Prince

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Qualquer Semelhança é Mera Coincidencia #1

Estava eu a dar uma vista de olhos por alguns blogs que sigo, quando os vejo a divulgar este livro - A Pedra das Lágrimas parte II. 


Dá-me de imediato aquela sensação de "Eu já vi isto em algum lado". Pensei 1 segundo e voilá, este é o meu Fitz Cavalaria!!! Mas por via das dúvidas, não estivesse eu numa confusão momentânea, dirigi-me logo à estante para confirmar. E sempre tinha razão:




Descubram as diferenças...

Bah detesto ver capas iguais, é uma falta de originalidade enorme e perco a vontade de os ter na minha estante. 
Para mim esta capa estará sempre associada ao meu querido Fitz. Ponto.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Opinião -> Crónica de Paixões e Caprichos

Título Original: The Duke and I
Autor: Julia Quinn
Editora: Edições ASA
Sinopse: As mães casamenteiras da alta sociedade londrina, estão ao rubro. Simon Bassett, o atraente (e solteiro!) Duque de Hastings, está de volta Inglaterra. O jovem aristocrata mal sabe o que o espera pois a perseguição das enérgicas senhoras é implacável. Mas Simon não pretende abdicar da sua liberdade tão cedo…

Igualmente atormentada pela pressão social, a adorável Daphne Bridgerton sonha ainda com um casamento de amor, embora a sua espera por um príncipe encantado comece já a ser alvo de mexericos.

Juntos, os jovens decidem fugir de um noivado, o que garantirá paz e sossego a Simon e fará de Daphne a mais cobiçada jovem da temporada. Mas, entre salões de baile e passeios ao luar, a paixão entre ambos rapidamente deixa de ser ficção para se tornar bem real. E embora Daphne comece a pensar em alterar ligeiramente os seus planos iniciais, Simon debate-se com um segredo que pode ser fatal.

A minha opinião

Gosto muito de romances históricos e quando quero uma leitura mais leve e aconchegante lá vou à procura de um. Desta vez a autora escolhida foi a tão badalada Julia Quinn. Só vejo a falarem bem desta autora e tinha mesmo de experimentar. 

Este é o primeiro livro da série Bridgerton, uma família fantástica e bastante numerosa e da qual fiquei fã. O enredo em si pouco traz de novo a este género literário, mas um ponto bastante favorável é o sentido de humor que é uma presença constante mesmo nos momentos mais inesperados.

Cada capítulo começa de forma perfeita com um excerto de um jornal "cor-de-rosa" recente, que contém mexericos acerca da alta sociedade londrina e que é escrito pela misteriosa Lady Whistledown, que ninguém conhece mas que parece estar presente em todos os importantes eventos. E fiquei cheia de curiosidade de descobrir quem é! 

Os protagonistas deste livro são Daphne - a 4ª dos irmãos Bridgerton, sendo que é a rapariga mais velha, mas que tem 3 irmãos mais velhos que são ultra-protectores e engraçadíssimos e ainda uma mãe galinha super amorosa que tudo faz para lhe arranjar um bom noivo, deixando-a, contudo, escolher. E Simon - um duque com uma infância infeliz, melhor amigo de Anthony (irmão mais velho de Daphne), que não quer casar e que tem um segredo que o atormenta. 

As personagens de que mais gostei foram Violet - a mãe Bridgerton; Colin - o 3º irmão Bridgerton e melhor amigo de Daphne; e também Hyacinth, a irmã mais nova mas despachada e desenrascada que tanto me fez rir.

Até meio do livro estava a adorar Daphne, que é uma rapariga atípica na época, com uma personalidade forte, segura de si e sem papas na língua. No entanto de um momento para o outro mudou e fui gostando cada vez menos dela (e é aqui que vou começar a ser crucificada visto que de todas as opiniões que li, toda a gente gosta dela). 

Ela demonstrou ser uma personagem manipuladora, que tudo faz para alcançar o que quer, mesmo que para isso tenha que mentir, jogar baixo e fazer-se de coitadinha (e pronto atirem lá as pedras).

 Passo a explicar (atenção que contém spoilers):

1. O duque, Simon, preferia ser morto a ter que casar, devido a motivos pessoais que se prendem com o seu passado, independentemente de ter ou não razão. O que faz Daphne? Tenta perceber o que se passa? Não! Mente, a dizer que os viram aos beijos num canto escuro do jardim, e chantageia-o dizendo que ele tem que casar com ela para ela não perder a sua honra e dignidade. Já aqui torci o nariz, mas dei o benefício da dúvida. 

2. Simon acede ao casamento mas diz-lhe para ela pensar bem porque ele não pode ter filhos. Daphne aceita a condição até descobrir que esse "não pode" nada tem a ver com infertilidade, como ela supunha, mas sim devido a convicções ideológicas e morais do duque. E o que faz? Dá-lhe tempo, para ver se muda de ideias? Tenta perceber que convicções são essas? Nãaaaoooo... Decide abusar dele quando ele está a cair de bêbado, coloca-se deliberadamente em cima dele de modo a que não deite a sua "semente" fora (como até ali fazia) e poder engravidar, sem respeitar a opinião dele. E aqui acabou de vez a minha empatia por esta personagem. É algo que acho muito baixo.

3. Sim, ainda há mais, Simon sai de casa porque (obviamente) ficou chateado com a situação e Daphne muda-se para Londres, para estar mais perto da família. Quando os irmãos a visitam e procuram pelo duque e alegam que se o descobrem o matam por a ter abandonado, o que faz ela? Diz que a culpa foi dela e que ele tem razão em estar chateado, mesmo sem entrar em detalhes técnicos? Claro que não! Fica caladinha que nem um rato e deixa que todos pensem mal de Simon e que tenham pena dela.  

4. Posto tudo isto, Simon ainda volta, pede-lhe desculpa - sim ELE pede desculpa, não ela - e ela aceita com a condição de - põe lá o passado para trás das costas e vamos ter um filho. Ele lá acede, mas dias depois fica deprimido pois os seus fantasmas ainda o assombram. E ela, que já tinha tido o que queria, diz-lhe "não faz mal, eu também não quero o filho agora, só daqui a uns tempos" o que tem muita lógica depois de já terem estado no pinanço n vezes e de já ter tido tempo de engravidar.

Algo de que também não gostei foi do final em que o duque que nunca se tinha declarado, depois de o fazer pela primeira vez, diz "Eu amo-te" em quase todas as frases que profere - Boring

Apesar destes aspectos que me desagradaram, a história em si está muito boa, proporcionou-me sem dúvida uma boa leitura e foi um livro que li num ápice! 

Quero ler mais, quero saber o destino dos restantes irmãos e acredito que vou gostar ainda mais do que gostei deste.  E espero descobrir quem é afinal a autora das crónicas que deixam a sociedade em alvoroço. 

Gostava ainda de saber o que é que as cartas que o pai de Simon lhe deixou contêm, mas acho que isso já não vai acontecer e vai mesmo ficar à minha imaginação. 

Posto tudo isto dei 4 merecidas estrelas a este livro e vou com as expectativas altas para os próximos.  Que venham eles!


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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Opiniões (ou falta delas)

Dei-me conta de que desde Abril que não publico opiniões aqui no blog. Shame on me!

Sendo assim vou-me dedicar intensivamente às mesmas para ver se consigo ter tudo actualizado o mais rápido possível!

Ainda esta semana, espero eu.

Trivialidades Triviais #3

14 dias a trabalhar seguidos...
1 dia de férias no lugar da folga...
Quando existe, é apenas uma folga semanal...
Apenas meia hora de almoço...
Sem vida pessoal nem familiar...

Quando vi o meu horário de Agosto até fiquei mal disposta. E depois queixam-se de que não conseguem estabilizar a equipa. Quer-me parecer que eu também não vou por lá ficar muito mais tempo!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Novos Clássicos

A menos de uma semana do meu aniversário, finalmente acabo com o cartão presente da fnac que recebi da minha irmã no ano passado.

Deste modo aproveitei a promoção de 48 horas da fnac e assim este meninos da colecção dos Novos Clássicos da Civilização (que adoro!) vêm a caminho cá de casa para se juntarem ao tão só Anna Karenina.

Estes são os futuros moradores da estante cá de casa (que btw está cheia e tenho de comprar outra... sugestões?)


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Passatempo: Colar Talismãs da Morte - Harry Potter

Depois de pesquisar como é que isto dos passatempos funciona, sai oficialmente o primeiro passatempo deste cantinho weeee.

A sorteio está um colar que representa os talismãs da morte, como podem ver na imagem seguinte. Caso não sejam "Pottermaníacos", podem sempre participar para oferecer a alguém que conheçam que o seja e que vos ficará bastante agradecido.


Para participarem basta preencherem o formulário abaixo e ter em atenção algumas condições, tais como:

- Só é permitida uma participação por pessoa e por email;
- É obrigatório ser seguidor público do blogue e/ou do facebook do blogue;
- O passatempo apenas é válido para Portugal (Continental e Ilhas);
- O vencedor será escolhido via Random.org e contactado via email;
- A partilha não é obrigatória, mas agradece-se a divulgação e dá direito a uma entrada extra;
- O passatempo é válido até dia 15 de Agosto de 2015, às 23:59 e o resultado será publicado aqui no blogue até 31 de Agosto de 2015;
- O envio será feito por mim, porém não me responsabilizo por extravios dos CTT e afins. Indiquem por favor os vossos dados certinhos.

Ajuda aqui ou, vá, aqui ;)

Passatempo Terminado*



*assim que conseguir publico o resultado

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O Conto dos Três Irmãos

Para quem não leu a saga do Harry Potter e por isso não percebe o simbolismo do colar que referi aqui - e que vai para passatempo - deixo o conto que explica o que são os Talismãs da Morte, assim como a sua origem. 

Gosto imenso deste conto que demonstra, mais uma vez, a genialidade da autora.

Podem encontrá-lo no último livro da saga, Harry Potter e os Talismãs da Morte, no capítulo 21. No entanto eu retirei-o do blogue Os Contos de Beedle, o Bardo, com a devida permissão de um dos administradores (penso eu), o José

Leiam porque vale os 5 minutos que perdem a lê-lo.

O Conto dos Três Irmãos:

Era uma vez três irmãos que caminhavam por uma estrada solitária e sinuosa ao crepúsculo, a certa altura, os irmãos chegaram a um rio demasiado fundo para passar a pé e demasiado perigoso para atravessar a nado. Contudo, esses irmãos eram exímios em artes magicas, por isso limitaram-se a agitar as varinhas e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Iam a meio desta quando encontraram o caminho bloqueado por uma figura encapuzada. E a Morte falou-lhes. Estava zangada por ter sido defraudada em três novas vítimas, pois normalmente os viajantes afogavam-se no rio. Mas a Morte era astuta.
Fingiu felicitar os três irmãos pela sua magia e disse que cada um deles havia ganho um prémio por ter sido suficientemente esperto para a evitar.
E assim, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu uma varinha mais poderosa que todas as que existissem: uma varinha que vencera a Morte! Portanto a Morte foi até um velho sabugueiro na margem do rio, moldou uma varinha de um ramo tombado e deu-a ao irmão mais velho.
Depois, o segundo irmão, que era um homem arrogante, decidiu que queria humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de trazer outros de volta da Morte. Então a Morte pegou numa pedra da margem do rio e deu-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra teria o poder de fazer regressar os mortos.
E depois a Morte perguntou ao terceiro irmão, o mais jovem, do que gostaria ele. O irmão mais novo era o mais humilde e também o mais sensato dos irmãos, e não confiava na Morte. Por isso, pediu qualquer coisa que lhe permitisse sair daquele local sem ser seguido pela Morte. E esta, muito contrariada, entregou-lhe o seu próprio Manto de Invisibilidade. Depois a Morte afastou-se e permitiu que os três irmãos prosseguissem o seu caminho, e eles assim fizeram, falando com espanto a aventura que tinham vivido, e admirando os presentes da Morte.

A seu tempo, os irmãos separaram-se, seguindo cada um o seu destino.O primeiro irmão continuou a viajar durante uma semana ou mais e, ao chegar a uma vila distante, foi procurar um outro feiticeiro com quem tinha desavenças. Naturalmente, com a Varinha do Sabugueiro como arma, não podia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Abandonando o inimigo morto estendido no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem onde se gabou, alto e bom som, da poderosa varinha que arrancara à própria Morte, e que o tornava invencível.Nessa mesma noite, outro feiticeiro aproximou-se silenciosamente do irmão mais velho, que se achava estendido na sua cama, encharcando em vinho. O ladrão roubou a varinha e, à cautela, cortou o pescoço ao irmão mais velho.Assim a Morte levou consigo o irmão mais velho.
Entretanto, o segundo irmão viajara para sua casa, onde vivia sozinho. Aí, pegou na pedra que tinha o poder de fazer regressar os mortos, e fê-la girar três vezes na mão. Para seu espanto e satisfação, a figura da rapariga que em tempos esperava desposar, antes da sua morte prematura, apareceu imediatamente diante dele.No entanto, ela estava triste e fria, separada dele como que por um véu. Embora tivesse voltado ao mundo mortal, não pertencia verdadeiramente ali, e sofria. Por fim o segundo irmão louco de saudades não mitigadas, suicidou-se para se juntar verdadeiramente com ela. E assim a Morte levou consigo o segundo irmão.
Mas embora procurasse durante muitos anos o terceiro irmão, a Morte nunca conseguiu encontra-lo. Só ao atingir uma idade provecta é que o irmão mais novo tirou finalmente o manto de invisibilidade e deu ao seu filho. E então acolheu a Morte como uma velha amiga, e foi com ela satisfeito e, como iguais, abandonaram esta vida.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Trivialidades Triviais #2

O local onde eu trabalho é tão bom, mas tão bom mesmo, que desde o início do ano já se despediram 5 pessoas - e uma foi despedida porque engravidou.

E estamos a falar de um sítio cuja equipa é de 7 pessoas.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Os Talismãs da Morte

Este mês é o mês do meu aniversário.
Este mês é também o mês em que termino a releitura da saga Harry Potter (comecei ontem a reler Os Talismãs da Morte).
Como tal este mês é o mês em que vou fazer o meu primeiro passatempo aqui no blogue, o qual vai ser direccionado a todos os fãs desta maravilhosa saga e/ou a todos os amigos-conhecidos-familiares-... de amantes de Harry Potter.

Não, não vai ser um livro, mas sim um colar que comprei para a minha mini colecção e do qual gostei tanto que decidi comprar mais um para fazer o passatempo.

O colar representa os talismãs da morte, cuja história está presente no capítulo 21 do 7º livro e é de extrema importância para toda esta série. Podem vê-lo na imagem seguinte:



Posto isto, vou só pesquisar como é que faço o passatempo e assim que perceber como isto funciona ele ficará activo.

Dom Quixote de La Mancha

Desde que saiu esta edição especial para comemorar os 50 anos da grande editora que é a Dom Quixote que quero este livro. 
Acho esta edição linda, adoro a capa e a sobrecapa e, para mais, está a um preço excelente.
Não o comprei de imediato porque, tendo sido lançado a 21 de Abril, pensei em esperar mais um mês e meio e comprá-lo na feira do livro. Acontece que não apontei (não achei necessário) e, no meio de tanta azáfama, passou-me - shame on me! 

No final de Junho lembrei-me e como já não havia feira do livro tratei logo de o ir comprar. 

Ainda tinha um cartão da Fnac que me foi oferecido pela minha irmã no meu aniversário (faz este mês um ano) que tão religiosamente guardei para comprar algum livro que me fizesse falta para a faculdade. Como tal não foi necessário, visto ter encontrado todos os livros de que fui precisando na biblioteca da universidade, aproveitei para comprar este livro, tendo ainda sobrado saldo para mais algum - yeah. 

Assim maninha, se por alguma eventualidade me leres, ficas a saber que esta foi uma das tuas prendinhas (1 ano depois).

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Trivialidades Triviais #1

Ou melhor, homens e a sua falta de sensibilidade.

Ontem estava eu com o cabelo ainda húmido a acabar de o escovar quando o Homme Trivial passa por mim e diz:

Ele - Eh lá, estás gira. Esticaste o cabelo?
Eu -  Não, penteei-me.
Ele - Ahhhh então é isso. 

Repito, homens!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Trivialidades Triviais

E vai começar uma nova rubrica neste cantinho, de trivialidades que pouco ou nada têm a ver com livros e das quais simplesmente me apetece escrever. De mim, da minha vida e do que acontece ao meu redor. Nada de muito interessante portanto.

Amanhã sai a primeira.

Balanço 2º dia FLL

Aqui ficam os livrinhos que comprei na minha segunda visita à Feira do Livro de Lisboa, foi uma visita mais curta e onde comprei apenas estes dois livros da Juliet Marillier:

Já ia mesmo com este intuito e comprei-os na Hora H, ficaram os dois por 7,50€, um preço excelente. 

A minha mãe, que ainda não tinha ido à Hora H, ficou fascinada com a loucura que é, filas gigantescas, pessoas com pilhas enormes de livros para comprar, com malas de viagem, trolleys de supermercado, mochilas... vale tudo para os transportar.

E assim se passou mais uma FLL. Ainda queria ter ido mais um dia para comprar alguns livros na Civilização que quero muito, mas já não consegui *snif, snif*. Lá terei de esperar pelo próximo ano.

sábado, 6 de junho de 2015

Balanço 1º dia FLL

Voltei, ainda meio de fugida porque estou em exames finais. Mas como ontem fiz o pior, que correu mal como tudo (introdução à economia... não sei onde estava com a cabeça para escolher esta optativa, a sério!) hoje decidi fazer uma mini pausa para vir a este cantinho.

No meio desta minha correria, lá consegui dar um saltinho à Feira do Livro no dia da criança, a seguir a um exame complicado, em que estava mesmo a precisar de espairecer. E que melhor para nos alegrar do que estar rodeada de livros? Foi terapêutico. É um local excelente para ir nem que seja só passear (e comer um gelado, uma fartura, uma bola da praia, ...).

E a Feira do Livro de Lisboa este ano está excelente, a melhor desde há uns anos (a meu ver, claro). 

Deixo-vos então as minhas aquisições em que, por motivos de ordem financeira, me foquei sobretudo nas "pechinchas". E não foi preciso procurar muito pois no seu geral a feira está com preços bastante acessíveis, mesmo sem hora H. Aproveito também para vos dar a conhecer as meninas do meu coração ;)

Então aqui vai:


No pavilhão Livros Horizonte, que está com preços fantásticos, aproveitei para comprar os seguintes (que estão guardados pela Cuca):

Indo a contas, 
O Canguru e O Castor, que comprei para o meu afilhado que tem 3 aninhos, ficaram a 0,50€ cada, estando na página da editora com PVP de 3,27€ cada;
As Minas do Rei Salomão, com PVP de 22,65€ e que comprei por apenas 2€;
Comprei ainda a Vingança de Camilo Castelo Branco e Amor de Perdição, cujo PVP é 4,48€ e custaram apenas 1€ cada. 
Contas feitas gastei apenas 5€ neste pavilhão e trouxe uns bons livros, que já estava para comprar há bastante tempo, principalmente Amor de Perdição que nunca li (shame on me).

Passando para a Bizâncio, que é paragem obrigatória todos os anos e que tem sempre preços muito bons, comprei os seguintes (que estão acompanhados pela Ju):


Este autor, Yasmina Khadra, já estava de olho há uns meses, já tinha lido críticas muito boas em vários blogues, mas a curiosidade despertou principalmente devido ao Fiacha do blogue Leituras do Fiacha - O Corvo Negro, que não se cansa de elogiar o autor, e eu confio no seu bom gosto.
No entanto não fui com a ideia de os comprar, mas quando passei por eles e os vi a 5€ cada tive mesmo de os trazer. E melhor, na compra de 3 só paguei 2. O senhor que lá estava a atender é super simpático e até me explicou o porquê do nome do autor, que eu julgava ser uma autora. Não havia como deixá-los ficar. Vão ser as minhas próximas leituras. 
3 livros excelentes por apenas 10€, aproveitem (de notar que só o Os Anjos Morrem das Nossas Feridas tem um PVP de 16€).

Por fim, e já em hora H, passei na  Editorial Presença:


Eu adoro Dostoiévski, é o meu escritor favorito do género não fantástico e já queria ler Os Irmãos Karamázov há bastante tempo, mas não são dos livros com preço mais acessível, principalmente estando divididos em dois volumes. 
Aproveitando assim a hora H, o namorido achou que sendo dia da criança me devia oferecer uma prenda e assim fez. Ficaram os 2 por 20,20€. (Para o ano quero o Crime e Castigo sim?)
Algo que achei curioso foi a quantidade de gente que estava a comprar estes livros, só no curto espaço de tempo em que efectuei a minha compra, mais 4 pessoas os compraram.

E foram estas as minhas compras. Para primeiro dia de feira não foi nada mau. Ainda quero voltar, pelo menos mais um dia, porque ficaram mais uns quantos debaixo de olho, principalmente na Bertrand, Saída de Emergência (que se pudesse trazia todos) e Civilização (colecção Novos Clássicos).

E por aí, já visitaram a FLL este ano?

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Diário da minha ausência.

Este mês de Maio está a ser um mês bastante duro para mim.
   
Trabalho (fulltime quase sem folgas) + faculdade (pós-laboral) + trabalhos (inúmeros) + exames (que coincidem com os trabalhos) = Enlouquecer.

Por estes motivos irei estar ausente do blogue, dos vossos cantinhos e também das minhas leituras.
Assim que esta loucura passar e o verão chegar, voltarei em força.

Entretanto só me sinto assim:


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Seres Mágicos em Portugal

Título Original: Seres Mágicos em Portugal
Autor: Vanessa Fidalgo
Editora: A Esfera dos Livros
Sinopse: Dona Adelina conta-nos a história do lobisomem que na freguesia da Bemposta corria ruas pela noite fora estragando o pão que cozia de madrugada nos fornos e assustando os mais novos e indefesos. Na ilha do Pico, Açores, o dia 2 de Fevereiro de cada ano era dia para ficar em casa. Homens, mulheres e crianças trancavam-se a sete chaves e protegiam-se comendo alhos. Lá fora os labregos, uma espécie de duendes, saíam das águas salgadas do mar para nos próximos meses viverem escondidos nos matos verdejantes da ilha. Nas serras de Arruda dos Vinhos é bem conhecida a história de um gigante terrível, que, de tão grande e violento, aterrorizava as povoações da região. Em Santa Maria, nos Açores, o povo garante que as jovens de cabelo vermelho que ainda hoje por lá moram são descendentes de uma jovem e bela sereia que caiu de amores nos braços do filho de um pescador. Fadas, duendes, gigantes, olharapos, lobisomens, trasgos, sereias entre outras, são algumas das criaturas mágicas que habitam o nosso país, o nosso imaginário e que vai conhecer ao longo das páginas deste livro. Depois dos seus anteriores livros Histórias de um Portugal Assombrado e 101 Lugares para Ter Medo em Portugal, a jornalista Vanessa Fidalgo percorreu o país, de lés-a-lés, visitou bibliotecas locais à descoberta de histórias, ouviu relatos e entrevistou dezenas de pessoas para resgatar a nossa rica tradição oral. O resultado é este original livro onde a imaginação e o fantástico ganham protagonismo, numa história que não consta nos manuais escolares, mas que faz parte do nosso país e das nossas tradições.


Este livro lindo chegou cá a casa na semana passada, resultado de um passatempo que ganhei no blogue A Guerra dos Sonos (cujo nome me remete logo para George R. R, Martin, vá-se lá saber porquê) e fiquei tão mas tão feliz! 

Mais uma vez agradeço à dona do blogue, a Cátia, que é super simpática e uma apaixonada por Geocaching como eu.

Aproveitem para visitar o blogue dela, onde vão encontrar, para além de posts sobre livros e opiniões literárias,  uma panóplia de outras divagações e episódios que lhe acontecem no dia a dia. É um blogue que recomendo vivamente! 

Podem visitá-lo aqui.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Opinião -> Eleanor & Park

Título Original: Eleanor & Park
Autor: Rainbow Rowell
Editora: Edições Chá das Cinco - Saída de Emergência
Sinopse: Dois inadaptados. Um amor extraordinário.

Eleanor... é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park... é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder.

A minha opinião

Ouvi falar muito deste livro por altura do dia dos namorados porque quem o comprasse nessa altura adquiria uma capa personalizada com dois nomes à sua escolha, o que foi uma excelente iniciativa para os livrólicos. Confesso que na data não me cativou muito e não voltei a pensar mais nele, principalmente por não ser o meu género literário de eleição... Até ao início deste mês, onde no blogue Readings Sunshine foi promovida uma leitura conjunta com este mesmo livro, na qual alinhei. E ainda bem que o fiz porque caso contrário era muito provável não o ler e estaria a perder um livro lindo, fofo e nostálgico, que me levou de volta à minha infância. 

Uma das coisas de que gostei imediatamente quando iniciei a sua leitura, foi o facto de os acontecimentos serem sempre apresentados na perspectiva de ambos, o que é fantástico, pois ficamos a "conhecê-los" bem e a perceber a sua maneira de pensar, o que em certas situações faz falta para não sermos induzidos em erro. 

Também me cativou bastante a época em que se desenrola a acção (80's), algo que me transportou de volta à minha infância. Afinal, quem é que dessa geração não se deparou com os walkmans e com o facto de ter de poupar as pilhas ao máximo? E com as cassetes que eram gravadas e regravadas? E onde nos primeiros namoros o simples dar a mão já era algo de transcendente? E a dificuldade de fazer telefonemas sem ter ninguém por perto? Entre outros pormenores que evocam a nostalgia. 

Eleanor é uma jovem de 16 anos, nova na cidade, que tem uma vida familiar instável, quer a nível financeiro como emocional. Vive com a mãe, os irmãos e o padrasto que instala um sentimento profundo de medo em casa. Como tem problemas económicos, veste-se com roupas "recicladas", geralmente de homem, o que lhe confere uma aparência estranha e que só serve para exaltar as suas diferenças com os demais jovens da sua idade, tais como o facto de ser roliça e de ter o cabelo ruivo e rebelde. Tudo isto contribui para chamar a atenção de forma negativa, tornando-a vítima de bullying.

Park é o oposto de Eleanor. Embora seja semi coreano, e não seja propriamente popular, é respeitado e tenta sempre passar despercebido e tornar-se invisível. Tem uma boa família, estruturada, com um bom ambiente emocional e financeiro. 

Esta oposição entre ambos é claramente demonstrada no seguinte excerto, proferido por Eleanor a Park:
"- Pára de perguntar isso - disse ela, zangada. Tu perguntas sempre isso. Porquê. Como se houvesse resposta para tudo. Nem toda a gente tem a tua vida, sabes, nem a tua família. Na tua vida, as coisas acontecem por uma razão. As pessoas fazem sentido. Mas a minha vida não é assim. Ninguém na minha vida faz sentido..." 
O acaso decide juntá-los, tendo tudo começado no autocarro escolar onde, contrariado, Park deixa Eleanor sentar-se a seu lado. A pouco e pouco nasce uma forte amizade entre ambos, onde Park partilha com Eleanor os seus livros de BD e as suas músicas, o que transforma gradualmente a amizade em amor.

E todo este processo é de uma fofura extrema, é terno, é querido, encantador... Simplesmente prende-nos e queremos mais e mais. E é também cómico. Dei por mim inúmeras vezes a rir-me com certas passagens do livro, como por exemplo esta em que Eleanor está a falar de Tina a Park, a rapariga popular da escola e que lhe faz a vida complicada:
"- Estás a gozar? A Tina é um monstro. Ela é o que resultaria se o diabo se casasse com a bruxa má e panassem o bebé numa tigela de maldade ralada."
No entanto, apesar disto, é um livro que também nos alerta para temáticas menos encantadoras, tais como a violência doméstica, o bullying e a negligência parental. 

Quanto ao final, o famoso final, já desconfiava dele devido ao início do livro, e foi algo que mexeu verdadeiramente comigo. Passei por várias fases desde a negação - isto tem de continuar, de certeza que o meu livro está incompleto, passando pela revolta - afinal acabou... mas não pode acabar assim, nãaaaaoooo, pela irritação - não acredito que ela fez isto, como? como?, até à aceitação - afinal acabou mesmo, snif snif, que deu origem à esperança - se calhar vai haver uma continuação... TEM DE continuar. 

E com este livro senti-me exactamente como a Hazel Grace, do livro A culpa é das Estrelas, se sentiu ao terminar de ler Uma Aflição Imperial, tal como escrevi na opinião anterior, aquele sentimento de falta algo aqui, quero saber mais.

E foi todo este misto de sentimentos que não me permitiu escrever logo uma opinião. Tive que acalmar primeiro para poder escrever de cabeça fria.

E sim, este é um livro que vale as 5 estrelas (4,5 só mesmo por causa do final).

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